(…) mas volto e volto sempre, então me invades outra vez com o mesmo jogo e embora supondo conhecer as regras, me deixo tomar inteiro por tuas estranhas liturgias, a compactuar com teus medos que não decifro, a aceitá-los como um cão faminto aceita um osso descarnado, essas migalhas que me vais jogando entre as palavras e os pratos vazios, torno sempre a voltar, talvez penalizado do teu olho que não se debruça sobre nenhum outro assim como sobre o meu, temendo a faca, a pedra, o gume das tuas histórias longas, das tuas memórias tristes, cheias de corredores mofados, donzelas velhas trancadas em seus quartos, balcões abertos sobre ruazinhas onde moças solteiras secam o cabelo, exibindo os peitos, tornarei sempre a voltar porque preciso desse osso, dos farelos que me têm alimentado ao longo deste tempo (…)
Antiga 10-01-2009.
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O amor infinito é a unica verdade...
He’s dead. Thank god.
— Everyone (via a-timelord)

Esqueça o medo de altura, e aprenda a voar.
Mar de Ilusão. 
(via marquinhoosmark)

Vem de mansinho à brisa e me diz: É impossível ser feliz sozinho.
Tom Jobim. (via rickpaglioni)

Talvez seja hora de fazer uma escolha diferente.
The Originals.  (via cuidei)

Ser chamada de “minha pequena” por quem você gosta fala se nao é um amor?
— (via voute-beijei)

Toda vez que ele a chamava de minha pequena, ela sentia vontade de ser dele para sempre.